Ir direto para menu de acessibilidade.
Atendimento: (35) 3346-1046 // 2426
Início do conteúdo da página

LEI Nº 668, de 25 de Janeiro de 1985

Criado: Sexta, 25 de Janeiro de 1985, 07h01 | Acessos: 179

DISPÕE SOBRE DEMARCAÇÃO E DELIMITAÇÃO DE ÁREAS URBANAS E SUBURBANA, DA SEDE DO MUNICÍPIO DE CRUZÍLIA.

             A Câmara Municipal de Cruzília, decretou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte lei:

Art. Único – A zona urbana da cidade de Cruzília, passa a ter a seguinte poligonal fechada:

Começa na confluência da divisa entre José Alves Massafera, Paulo Roberto de Almeida, José Albino da Rocha e margens da estrada Cruzília-Barbacena, tendo como acidente natural, um valo com cobertura vegetal. Daí, acompanhamos este valo que determina divisas entre Paulo Roberto de Almeida, pela esquerda e José Albino da Rocha, pela direita, até a ponta superior de um café, pertencente a Joaquim Rosendo da Silva. Segue-se este velo, que atravessa a estrada da “Cava Funda”, até encontrar as águas do córrego da Olaria que supre a estação de tratamento da cidade. Subindo por esse córrego vamos encontrar um valo que determina a divisa entre as terras de Joaquim Rodrigues de Souza e Fernando Maciel Pereira. Seguindo esse valo, chegamos à divisa de terrenos de Sebastião José Maciel, na qual se encontra a torre de micro-ondas. Daí, seguimos por um valo interno inferior da “Serrinha”, a qual delimita as terras de Dr. José Maciel. Por esse mesmo valo vamos encontrar as divisas bem abaixo de José Francisco Maciel pela esquerda e, pela direita as terras de Dr. José Viotti e Emanuel Ferreira Pereira, na crista do espigão inferior. Daí, acompanhamos pelo valo variante em direção sudeste, com delimitação das terras de José Francisco Maciel e as de Dr. José Viotti e Emanuel Ferreira Pereira, até encontrar o córrego “Pito Aceso”. Deste ponto, subimos direção JUSANTE, até encontrar as divisas de José Francisco Maciel, José Valério Neves Siqueira e Espólio de Urbano Osório de Souza Meirelles. Daí, seguimos as divisas das terras do espólio, por cerca de arame e valo coberto, com José Valério Neves Siqueira, atravessando a antiga estrada Aiuruoca-Cruzília até o córrego “Água Vermelha”. Descendo esse córrego até o estábulo do Senhor Júlio Cezar, quando passamos a seguir uma cerca de arame, que acompanha a antiga estrada da Água Vermelha. Atravessamos o acesso asfáltico e seguimos essa estrada velha até alcançar o córrego da Olaria, junto à ponte que liga a Fazenda São Sebastião. Descemos esse córrego até encontrar um valo pelo lado direito, o qual vamos seguir. Por esse valo, do lado esquerdo, temos as terras de José Márcio Pinto Meirelles, pelo lado direito as de José Márcio dos Reis Meirelles. Novecentos metros acima, quando do encontro de um valo variante, encontramos pelo lado direito, as terras de José Aguinaldo Rosa. Seguimos pelo mesmo valor e após percorrermos mil e cem metro, pelo lado esquerdo, encontramos terras da “Chácara da Casinha” e pelo lado direito, as terras que compõe o loteamento São Tomé e depois, terras de Sebastião Pereira de Souza. Daí, percorrendo o mesmo valo, destinguimos posse de Antônio Gonçalves Maciel e finalmente temos as terras de Joaquim Domingos Maciel antecedendo a gleba do contribuinte José Moisés Cassiano. Tomando direção sudeste, no mesmo valo, encontramos as terras ocupadas por herança, de José Pereira de Arantes, que por sua vez, confronta com remanescente de Gastão de Paula Ferreira o qual confronta pelo lado esquerdo com Vicente Ferreira Maciel e fechando assim essa poligonal às margens da futura auto-estrada Cruzília-Barbacena, e onde, iniciou-se essa demarcação.

 

Prefeitura Municipal de Cruzília, MG, 25 de Janeiro de 1985.

 

Adolfo Maurício Pereira
Prefeito Municipal

 

Helena Izabel Ferreira Ribeiro
Secretária

registrado em:
Fim do conteúdo da página